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Fóruns de Discussão Estudantil

Os Fóruns de Discussão Estudantil - dos quais muitos de nossos alunos vêm participando desde 2001, quando pela 1ª vez fomos escolhidos pela UNESCO para representar o Brasil em encontro no Paraguai sobre o tema "defesa do patrimônio cultural e natural" - podem ser lidos quer como propiciadores da formação humanitária e cultural, quer como possibilitadores de perspectivas para a escolha profissional. 

Nesse sentido, embora tais atividades guardem um vínculo com as Viagens Acadêmicas (inclusive em matéria de filosofia, procedimentos e vivências), trataremos ds Fóruns de Discussão Estudantil de maneira apartada, considerando-os como um desdobramento do Projeto Profissões (antecipação de situações reais do mundo do trabalho; incursão em diferentes carreiras) e como um expressivo componente da perspectiva cultural que constitui o foco desta seção.

Alunos do Leonardo da Vinci marcam positivamente suas presenças nos fóruns, seja pela preparação cuidadosa (por iniciativa de profissionais da Escola e deles próprios);  seja pelo entendimento dos alunos e de suas famílias para o valor desses eventos (consciência e atitude); seja ainda pela participação compromissada dos alunos, na demonstração de conhecimentos, habilidades e competências.

Como consequência, chegam até nós reiterados convites para essas participações, o  que geralmente exige dos profissionais e estudantes participantes do processo um número de horas de trabalho para aprofundamento e formação, além de abnegação em relação aos convívios familiar-sociais, em uma perspectiva bem diferente do que costuma transparecer em escolas que não abraçam a perspectiva cultural como crença.

Atualmente, estamos envolvidos em três eventos dessa natureza:


IV Fórum Da Vinci de Discussão Estudantil

Totalmente desenvolvido pelos profissionais do Da Vinci, esse evento, que teve seu início em 2008, tinha então somente alunos participantes da própria Escola.  Em sua terceira edição, em 2010, o Fórum Da Vinci já contou com a participação de 140 alunos da Escola e mais 10 alunos do Colégio Aristóbulo Barbosa Leão - Laranjeiras, Serra (convidados pelo Da Vinci), quando todos atuaram como verdadeiros diplomatas.

Dentro de um cenário com alunos muito preparados e uma estrutura de suporte, as mais diversas simulações contextualizadas são discutidas, com cobertura da mídia local (jornal e TV), conferindo um tom ainda mais formal ao evento.  Situações sociais, políticas e econômicas de diversas regiões mundiais são aliadas a temas universais, como a questão do desenvolvimento com sustentabilidade, propiciando aos alunos do 9º ano do Fundamental e do Ensino Médio uma experiência enriquecedora ao currículo acadêmico, formação ética e ampliação de visão de mundo.




Em 2011, o IV Fórum Da Vinci de Discussão Estudantil aconteceeu nos dias 11 e 12 de novembro (sexta-feira e sábado) nas dependências da Escola.


Fórum FAAP

Também compondo a configuração das viagens acadêmicas (agora com enfoque diplomático e internacional), alunos voluntários do Centro Educacional Leonardo da Vinci participam anualmente do Fórum FAAP de Discussão Estudantil, realizado no campus da Fundação Armando Álvares Penteado, em São Paulo, um centro de formação superior que também traz a perspectiva cultural no currículo, propiciando uma ótima interação entre duas escolas de ponta, nas respectivas frentes em que atuam. O professor de Geografia, Joelmo Costa, e a assessora da Direção, Lorena Bonadiman, prestam todo o suporte acadêmico para os alunos envolvidos, acompanhando-os durante os dias do evento, a fim de subsidiar sua atuação sob as perspectivas conceitual, procedimental e atitudinal. 

O Fórum FAAP é um modelo permanente de simulação de tratativas e negociações vivenciadas em organismos internacionais, contemplando alunos do Ensino Médio das mais bem conceituadas escolas do País, sujeitos a desafios permanentes e avaliações por especialistas. O aprendizado ativo e o amadurecimento de valores sociais e culturais são as principais intenções pedagógicas do evento. Como consequência, os participantes ampliam seus conhecimentos nas áreas da geopolítica e relações internacionais, sem falar no aprofundamento em temas que constituem singularidades dos países e povos que representam. A característica marcante desse projeto é a interdisciplinaridade destinada à negociação de soluções e resolução de problemas do cotidiano. 



A participação no evento e as demais contribuições prestadas pelo entorno - uma vez que, nos trajetos e horários livres, pontos históricos e culturais da cidade de São Paulo são visitados com os nossos alunos, sempre com o enfoque de cenário educativo – estimulam diferentes competências nos estudantes, novamente priorizando as etapas de pré, durante e pós-evento.  

Na etapa de preparação, são incentivados a lidar com a pesquisa direcionada, a consulta a diferentes fontes e a concepção de estratégias que lhes propiciem obtenção de efeitos práticos no processo diplomático; bem como a redigir documentos escritos que revelem a essência de seu pensamento, nos focos que lhes são direcionados. Além disso, participam de encontros de preparação com os coordenadores pedagógicos e alunos representantes do Da Vinci nos eventos anteriores, a fim de entenderem o funcionamento do fórum, discutirem sobre postura diplomática, vestimentas, regras para pronunciamentos e interferências, e outras particularidades alusivas à proposta educativa.

Durante o evento, o ambiente de discussão e a busca por um consenso induzem ao aperfeiçoamento da retórica, à escuta consciente e à habilidade de negociação. O ambiente diplomático propicia que os estudantes troquem experiências com seus pares e deem dimensão significativa aos conhecimentos adquiridos, sendo uma oportunidade única para o debate de questões atuais e polêmicas e intensificação dos sensos pessoais de reflexão e conscientização; o que contribui para a formação de cidadãos engajados, politizados e socialmente comprometidos, homens que conseguem aliar visões locais e globais. Para alunos que detêm vocação para atuar na área de Relações Internacionais, trata-se de uma prévia significativa do modelo de vida que tenderão a viver, nos ires-e-vires do contexto diplomático. 

A dinâmica do evento consiste em organizar alunos por grupos de discussão formados por representantes de diferentes países e etnias (com culturas e visões de mundo bastante diferenciadas), sendo que cada delegado defende os interesses econômicos e políticos do país que representa, em debates que priorizam temas em voga na agenda internacional, contemplando as perspectivas de cultura, educação, política externa, economia, responsabilidade social, ajuda mútua entre países e reflexão sobre os grandes desafios da agenda contemporaneidade. Ao final do evento, os delegados formalizam os desdobramentos das negociações em uma proposta de resolução, de forma a transitar da teoria para a prática e de atribuir significado às construções coletivas.



Quando retornam à Escola, os alunos Da Vinci são estimulados a partilharem suas vivências e divulgarem suas produções para os demais colegas (em sala de aula ou encontros extraordinários), pois também se aprende muito com a experiência e o olhar do outro. Matérias na Internet, informativos Da Vinci ou estímulos para que os envolvidos publiquem suas produções em veículos de circulação são outras estratégias adotadas pela Escola para assegurar a socialização que a proposta merece.

O interessante é que geralmente essas vivências ocupam feriados prolongados ou parte da agenda de recesso escolar, levando o aluno a transitar do universo acadêmico para a realidade da vida real. O importante é a convivência com a diversidade cultural, as tentativas de entender as distintas formas de ver o mundo, o exercício de tolerância e negociação quando os debates travam, a versatilidade para resolver situações-problema, assim como acontece no cotidiano. Tudo isso representa um aprendizado ímpar para os alunos, uma ampliação de currículo que transcende o caráter escolar tradicional, uma demonstração de possibilidade de convivência num mundo marcado pela intolerância cultural, em um modelo no qual os alunos são os agentes condutores e sujeitos de seu processo de aprendizagem, “aprendendo a apreender” e deixando de ser meros espectadores e reprodutores do pensamento do outro.

Como multiplicador das iniciativas socioculturais em que se insere, o Da Vinci valeu-se da participação de nossos alunos no evento em questão para conceber novas frentes de atuação, o que desembocou na criação do “Fórum Estudantil Da Vinci”, uma extensão da prática para os muros da Escola, incorporando alunos voluntários do 9º ano, 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, tudo em horário extraescolar. Já detemos duas experiências da natureza, com ampla receptividade de educadores/alunos e cobertura da Imprensa local. Dessa forma, as relações internacionais passam a integrar o nosso currículo permanenentemente, mostrando uma visão de conhecimento sem fronteiras e uma atitude para a convivência com a diversidade.

Em 2011, o VII Fórum FAAP aconteceu entre os dias 20 e 23 de abril em São Paulo, na sede da Fundação Armando Álvares Penteado.

Clique aqui e acesse a notícia sobre a participação dos alunos.

Fórum UNESCO - Center for Peace - International Model UN Conference



Coroando uma trajetória educativa que se iniciou por acesso eventual a fóruns nacionais/internacionais no Brasil e na América Latina (sob coordenação do Programa de Escolas Associadas da UNESCO), avançou para a participação sistemática em fórum coordenado pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), em São Paulo, e transpôs a prática para o Da Vinci, mediante criação de um fórum estudantil local de natureza permanente, um grupo de representantes do Da Vinci participou, durante o  recesso de julho/2009, de um fórum internacional intitulado “UNESCO Center For Peace – International Model UM Conference”, realizado nos Estados Unidos da América, sob coordenação da UNESCO.  O evento tinha como propósito discutir problemas globais e propor soluções para a paz mundial, considerando os enfoques de produção e consumo de tabaco no mundo; distribuição populacional e econômica entre os países dos diversos continentes; aquecimento global; globalização e diplomacia multilateral.

Concentrado no auditório da Faculdade Hood College (em Frederick, Maryland, EUA) nos dias 29, 30 e 31 de julho e 01 de agosto, o fórum em questão caracterizou-se pela excelente organização e fornecimento de subsídios para os alunos atuarem na condição de diplomatas/conselheiros, mediante estudos autônomos, palestras e debates com professores universitários e profissionais da diplomacia em torno dos temas trabalhados, os alunos do Centro Educacional Leonardo da Vinci representaram Argélia, Bangladesh, Dinamarca, Alemanha, África do Sul, Sudão, Venezuela, Paquistão e Filipinas, o que propiciou a eles uma visão panorâmica da atual configuração geopolítica e socioeconômica do mundo. Agraciados com menções honrosas (melhor delegado do fórum; maior fluência em inglês: melhor DPO - Documento de Posição Oficial), nossos estudantes polarizaram discussões/resoluções e o encaminhamento de propostas/formulação de documentos, além de interagirem com cidadãos de diferentes nacionalidades (chinesa, ganesa, etíope, indonésia, norte-americana, húngara, camaronesa, indiana e búlgara), exercitando a convivência com a diversidade e a compreensão do potencial de diferentes culturas e visões ideológicas.



Um momento marcante da sessão solene do fórum consistiu nas explicações dadas por todos os participantes – estudantes e professores de diferentes países – acerca de suas expectativas quanto à experiência que estavam prestes a vivenciar. Os alunos da Escola, exercitando o falar em público e a fluência em inglês, desincumbiram-se muito bem da tarefa e destacaram como principais referenciais o senso de cidadania, a eficácia da comunicação e a visão política e engajada que um fórum de tal abrangência lhes traria, especialmente pela pluralidade de pontos de vista, fontes de pesquisa e observação participante.

Nos tempos extraordinários em relação à programação do evento, seguindo a filosofia do Da Vinci de apropriar-se de cada viagem (nacional ou internacional) para aprofundamento na perspectiva cultural, os representantes do Da Vinci estiveram primeiramente em Washington, onde visitaram o Museu do Ar e Espaço, Museu de História Natural, Museu do Índio, o Capitólio, Memorial a Abraham Lincoln e Memorial da Seguinda Guerra. Em Baltimore, conheceram a área portuária (principal atrativo turístico-cultrural) e sentiram de perto os contrastes entre tradição e modernidade. Já em Nova Iorque, tiveram acesso à Estátua da Liberade e Times Square.

Ultrapassando a questão turística para alcançar a dimensão diplomática, visitaram também o Departamento de Estado Americano (em Washington), onde assistiram a uma palestra sobre o papel político dos Estados Unidos no mundo, proferida pelo diplomata Benjamin Cartin, ocasião em que os alunos formularam perguntas sobre a interface da política externa americana com a questão dos direitos humanos; a sede da ONU em Nova Iorque, onde os alunos puderam observar de perto o ambiente em que se concentram as decisões políticas entre os países e os reflexos da atuação dos grupos fundamentalistas sobre a questão da paz mundial; a Missão Permanente do Brasil na ONU, onde foram recebidos pelo diplomata Norberto Moretti, que ministrou uma pequena palestra sobre a reestruturação da ONU e as intenções diplomáticas do Brasil, inclusive no tocante à sua inserção como membro permanente do Conselho de Segurança. Todos esses contatos propiciaram aos alunos um rico repertório de experiências, conhecimentos e aprendizagens para a vida, fazendo-os sentir-se efetivos cidadãos do mundo.



Foram interessantes também as visitas feitas ao jornal “Frederick New Post”, que prestou cobertura ao fórum e publica 140 mil exemplares por dia, oportunizando aos nossos alunos contato com a Direção Geral e uma visão próxima dos destinos da Imprensa na contemporaneidade; à Prefeitura de Hagerstown, em que o prefeito local discorreu sobre as características econômicas e políticas da região; ao Conselho do Condado de Frederick, em que os conselheiros acolheram nossos alunos para demonstrar como se dá a atuação voluntária naquela instância, aproximando-os dos parlamentares de outros países, só que sem os custos para o erário que os caracterizam. Nesses contatos, era sempre valorizada a participação do Centro Educacional Leonardo da Vinci no evento e o pioneirismo de nossa atuação sob a perspectiva de oportunizar momentos de formação para nossos alunos na área de relações internacionais e diplomacia, o que certamente se projetará na escolha profissional de alguns dos agraciados.

A simulação de uma experiência diplomática de caráter internacional desafia nossos alunos a perceberem a dimensão do homem integral e além-fronteiras como mais um componente de seu currículo. As aprendizagens por eles acumuladas e princípios educativos vivenciados instigam-nos às tomadas de posição que atribuem à educação o papel transformador da realidade.  Nada mais consentâneo com uma escola de perspectiva cultural e que traz os princípios vincianos como norteadores da teoria e de sua transposição para a prática.

Para acessar às notícias referentes ao MUN de 2010, clique aqui.

Em 2012, o Da Vinci não irá participar do Fórum Unesco Center for Peace, sendo oferecido novamente aos alunos em 2013.






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